Autárquicas 2025

Viana do Castelo: Carlos da Torre é o candidato do Bloco à Câmara

06 de julho 2025 - 14:02

A concelhia bloquista anunciou o nome do designer e artista visual para encabeçar a lista ao executivo municipal.

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Carlos da Torre
Carlos da Torre.

Em comunicado, a concelhia do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo anunciou que o designer e artista visual Carlos da Torre será o candidato do partido à Câmara Municipal.

À semelhança de outros concelhos, acrescentou a concelhia de Viana do Castelo, “o Bloco procurou, ao longo dos últimos meses, promover o diálogo e estabelecer entendimentos à esquerda com vista à construção de uma alternativa política alargada para o concelho. Apesar da iniciativa e da disponibilidade demonstradas, não foi possível concretizar acordos com outras forças políticas”. Neste contexto, o Bloco apresenta-se sozinho a estas eleições, “com o compromisso reforçado de defender os interesses da população de Viana do Castelo e de aprofundar a democracia local”.

Carlos da Torre fez a sua formação de base no Curso de Ingresso no Ensino Superior Artístico da Cooperativa de Ensino Polivalente Artístico Árvore e frequentou o Curso Superior de Desenho da ESAP (na época, “Árvore” também). Foi professor de Educação Visual de 1986 a 1996 e formador em diversos cursos de formação profissional. Dirigiu a comunicação e imagem de marca de várias empresas nas últimas três décadas e dirigiu a Gráfica da Casa dos Rapazes de 2019 até abril de 2025, alem de se dedicar a projetos artísticos pessoais na área do desenho digital.

No plano autárquico, foi o primeiro candidato pelo Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Caminha em 2001 e de 2010 a 2013 representou o Bloco em sessões da Assembleia Municipal de Caminha como Deputado Municipal.

Nesta campanha em Viana do Castelo, o Bloco pretende  continuar a defender uma governação autárquica “que garanta direitos sociais, promova a igualdade, o acesso universal à educação, o reforço dos cuidados de saúde e o apoio à cultura” e dessa forma “consolidar políticas locais que devolvam às pessoas o controlo sobre as suas vidas e territórios, através de uma gestão participativa, inclusiva e transparente”.