Olá! sou apenas um aderente. Não sou flutuante mas também não sou militante. Quero afirmar que tenho também a certeza de que o projecto continua tão relevante, interessante e importante como sempre.
Acho que vamos precisar de muita flexibilidade, comunicação e sobretudo disponibilidade para com o resto da sociedade/esquerda que quiser lutar, (seja na rua, ou em comissões de utentes contra as próximas privatizações por exemplo na CP) e, essencialmente, tudo o que a nossa criatividade política permitir e a nossa ideologia e estratégia de futuro naturalmente autorizar. Desta vez sem subestimar o medo ou sobrestimar o interesse do futuro em mudar...
Quanto à liderança, tudo se resolverá,estou seguro, tendo em conta a transparência que nos é tão cara. Força!