A administração da empresa afirma não ter viabilidade financeira para se manter em actividade, no entanto, os trabalhadores afirmam que, apesar da empresa metalomecânica já contar com 87 anos de existência, a mesma está equipada com material de última ponta.
Segundo os trabalhadores, existiram vários erros na gestão da empresa. Ainda que em crise, os gestores continuavam a usufruir de uma viatura paga pela empresa e a administração nunca demonstrou abertura para discutir formas de viabilização do negócio com a Comissão de Trabalhadores.
O encerramento da Valsan, dedicada ao fabrico de candeeiros e artigos para casa de banho e localizada em Perosinho, freguesia de Vila Nova de Gaia, deixará 200 pessoas no desemprego e irá penalizar duramente uma região já bastante fustigada pela crise económica e social.
Os trabalhadores já agendaram uma concentração de protesto para a próxima semana à frente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.