No pré-aviso de greve, o STSS explica que os trabalhadores retomam, desta forma, a luta, depois de suspensa a anterior greve por motivos de luto nacional.
Como razão para a paralisação, o Sindicato sublinha que está em causa exigir a reposição do acordo firmado e violado pelo Governo em Conselho de Ministros, reduzindo a quota dos TSDTs do topo da carreira em 50%, impedindo a progressão normal dos profissionais das categorias inferiores e protestar contra o bloqueio das negociações, violando os acordos de Novembro de 2016 e Junho de 2017.
Os objetivos do protesto passam, por sua vez, por exigir o cumprimento dos acordos assinados com a apresentação das propostas que permitam dar expressão prática às novas carreiras, repor a equidade de tratamento dos profissionais de saúde, corrigindo as assimetrias constituídas.
Para o dia do arranque da greve foi agendada uma manifestação em Lisboa, junto ao Ministério da Saúde, que o STSS considera que será “a maior manifestação de sempre”.
“Mais de meio milhar de profissionais irá descolar-se do norte e centro do país para manifestar a sua indignação”, estima o Sindicato em comunicado.
Durante a iniciativa, os trabalhadores pretendem entregar no Ministério da Saúde um manifesto com “denúncias sobre as iniquidades que se abateram” sobre os técnicos de diagnóstico e terapêutica.
As análises clínicas e exames complementares de diagnóstico devem ser os serviços mais afetados por esta greve.