A União dos Sindicatos da Guarda (USG), da CGTP-IN emitiu um comunicado enviado à agência Lusa, em que critica o facto de o despacho do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, que prevê a necessidade de médicos para várias regiões do país, tenha "atribuindo à Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda apenas 15 vagas".
Em particular, a USG estranha "a não atribuição de vagas à [especialidade de] Cardiologia, Gastrenterologia e Pneumologia", e denuncia a "há uma grave carência" de de "pelo menos 138" enfermeiros na ULS da Guarda. "Tendo em conta que há pelo menos 33 enfermeiros que não constam formalmente do mapa de pessoal (…), que para efeitos das necessidades de cuidados de enfermagem contam para suprir as necessidades, mas para rateio dos rácios de pessoal não contam", acusa a união sindical, citada pela Lusa.
"Daí que na campanha de combate à precariedade levada a cabo pela CGTP-IN seja uma das várias situações que desde sempre denunciámos, a falaciosa estratégia de suprir as necessidades, estas com recurso à subcontratação", conclui a USG, exigindo a contratação de mais pessoal.