Bruno Góis recordou que PS e PSD são igualmente "culpados" e responsáveis em partes iguais pelo endividamento e a crise em Santarém. O candidato bloquista apresentou em seguida as propostas financeiras alternativas do Bloco de Esquerda (ver intervenção completa no vídeo em baixo):
1)Renegociar o resgate financeiro (PAEL-PSF) pois custará 3.000 € a cada pessoa eleitora. O PAEL paralisa a Câmara, obriga o IMI e taxas municipais no valor máximo -- só o Bloco votou contra;
2) Moratória 2014/2018 ao pagamento de juros para conseguir 7,34 milhões euros;
3) Cancelamento parcial da dívida da Câmara com a devolução ao Estado: do Quartel da PSP, Presídio Militar e terrenos militares da Atalaia e Cortezes;
4) Extinção da Empresa Municipal Viver Santarém e reintegração dos serviços na Câmara;
5) Cortar em viagens inúteis e despesas de representação;
6) Vender a quota de capital no CNEMA;
7)Renegociar a absurda concessão de estacionamento;
8) Orçamento "base zero" (pensado do zero) para 2015 e reorganização dos serviços.