“As medidas positivas que este Governo tomou relativamente à educação e à escola pública foram zero”, acusou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, citado pela agência Lusa.
Entre as promessas recordadas pelos professores nas caixas de cartão vazias que deixaram à porta do Conselho de Ministros, podia ler-se: “Contagem integral do tempo de serviço”, “condições de trabalho adequadas”, “aposentação aos 36 anos de serviço” ou “a cada necessidade permanente, um vínculo estável”.
A recuperação do tempo de carreira congelado nos últimos anos continua no topo das prioridades da Fenprof. E Mário Nogueira não aceita que o governo dê por terminadas as negociações com os professores. “No dia 3 de janeiro, estaremos aqui à porta prontos para voltar a negociar o tempo de serviço”, anunciou o líder da Fenprof.