Após uma reunião de dez organizações sindicais com o Ministério da Educação, em que foi discutida a recuperação do tempo de serviço congelado, a tutela recusou-se a alterar a proposta inicial.
Os sindicatos exigiam nove anos, quatro meses e dois dias e a tutela fixou-se em dois anos, nove meses e dezoito dias.
No final do encontro, Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, acusou o governo de ser intransigente nas suas negociações. Os professores ainda apresentaram nova proposta, que acrescentava à do governo uma alínea que permitisse a negociação futura do tempo e do modo dos cerca que seis anos que a tutela não está a contabilizar. Assim, insistem na exigência de recuperar os nove anos congelados.
Caso o governo não abra negociações durante o mês de janeiro sobre a recuperação do tempo de serviço congelado, os sindicatos ameaçam “bloquear o normal funcionamento do ano letivo”.