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Um dos argumentos da defesa de Julian Assange é que os acordos de extradição não são aplicáveis na ausência de acusações formais e com o objectivo de interrogatório (que pode ser feito no exterior, tendo Assange já declarado disponibilidade para tal). Vários juristas consideram que é um argumento sólido, e que a "pressa" das autoridades suecas em emitir o mandado internacional terá por certo sido fruto de pressões dos EUA.