Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa convocaram uma nova paralisação de 24 horas para o dia 25 de setembro.
De acordo com Anabela Carvalheira, da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), a greve, que provocou a suspensão da circulação do metro entre as 6h30 e as 11h30, levou ao encerramento de todas as estações, o que revela “um bom índice de adesão à greve”.
A greve foi em protesto contra os cortes salariais e a concessão do Metropolitano a privados.
A sindicalista advertiu contra as consequências para os utentes de uma possível privatização, que virá através da concessão do serviço:
“Nós sabemos o que acontece quando há privatizações. Já aconteceu há muitos anos, com a ex-Rodoviária Nacional. É uma redução drástica de trabalhadores e ao mesmo tempo piora o serviço para as populações. Se virmos este exemplo, deixaram de haver autocarros a horas, etc. Aqui vai resultar em aumentos de tarifas e menos transportes”.