Uma intensa atividade política e cívica marcou a sua vida quer no pós 25 de Abril quer antes, na resistência antifascista, e em momentos marcantes desse período como, em 1973 no Congresso da Oposição Democrática em Aveiro.
Foi dirigente do MDP/CDE, durante um largo período, tendo mais tarde participado na sua transformação em Política XXI, de que foi impulsionador e também dirigente. Participou depois em todo o processo fundador do Bloco de Esquerda.
Na sua atividade como engenheiro civil, tendo sido Presidente da Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores, e foi responsável por importantes obras como a do Molho da Foz do Douro, galardoada com o Prémio Secil de Engenharia. Foi candidato a Bastonário da Ordem dos Engenheiros em 2009.
O funeral foi neste domingo, 15 de julho, às 15h da Basílica da Estrela, onde está o corpo de Fernando Silveira Ramos em câmara ardente, para o cemitério dos Prazeres.