“A adesão ronda os 100%. Por enquanto, está tudo de acordo com o que era expetável. Os trabalhadores estão a aderir massivamente e não há comboios a circular”, disse Anabela Carvalheira, da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans).
Os trabalhadores, que cumprem esta segunda-feira o seu primeiro dia de greve, convocaram a ação de protesto “em defesa do serviço público da empresa” e pela “resolução dos diversos problemas sociolaborais existentes”.
Uma fonte da administração do Metropolitano de Lisboa ouvida pela Lusa confirmou que as portas das estações vão permanecer "fechadas até terça-feira, não havendo circulação das composições".
Esta paralisação é a oitava realizada pelos trabalhadores do metro em 2014, considerando greves totais e greves parciais.
Durante a paralisação do Metro, a rodoviária Carris reforçou o número de autocarros nos trajetos servidos pelas carreiras 726 (Sapadores-Pontinha), 736 (Cais do Sodré-Odivelas), 744 (Marquês de Pombal-Moscavide) e 746 (Marquês de Pombal-Estação da Damaia), que coincidem com eixos servidos pelo Metro de Lisboa.
A greve foi convocada por várias organizações sindicais, nomeadamente a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações.