A Marcha pela Igualdade, marcada para as 15h do próximo sábado, com ponto de encontro no Marquês de Pombal em Lisboa, partiu da iniciativa de dois cidadãos portugueses com deficiência, “independentes e sem ligação a nenhuma força política, religiosa ou associativa, que cansados de ver os seus sonhos roubados e direitos assassinados, resolveram agir”, lê-se no site que reúne informação sobre o evento.
Querem sensibilizar a população em geral para a sua causa e “mostrar à sociedade e poder político, que a deficiência existe e que é vivida todos os dias".
A Marcha pela Igualdade está associada a uma carta de reivindicações que exige igualdade, justiça e dignidade em seis pontos fundamentais: acessibilidades; pela não discriminação no mercado de trabalho; assistência na saúde, reabilitação e adaptação ao trabalho; reformas, pensões e apoio social; direito a uma vida independente; fazer cumprir a Convenção sobre os direitos das Pessoas com Deficiência. Ler Carta de Reivindicações.
Os promotores da iniciativa afirmam que têm deveres mas também direitos como todos os outros cidadãos e que por isso, resolveram “mobilizar e sair para a rua”, na tentativa de criar um movimento “vivo e unido em prol de uma sociedade mais justa e inclusiva”. Querem “fazer parte deste mundo e com ele interagir”.
“Igualdade impõe-se já!” é o mote da marcha que reúne apoio de várias associações de apoio a cidadãos portadores de deficiência, incluindo a CNOD-Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes.