O porta-voz da marcha, Pedro Pombeiro, declarou à Lusa que o objectivo da Marcha é conquistar "um direito de liberdade, de as pessoas poderem decidir o que querem fazer, se querem beber um copo de vinho ou fumar um charro".
Pedro Pombeiro acrescentou ainda que na marcha em Lisboa participaram mais de três mil pessoas, que reconhecem os "efeitos perniciosos" do abuso de uma substância psicotrópica, mas contrapõem que "se for legal, esses efeitos reduzem-se".
Uma participante da marcha de Lisboa, Mafalda Chitas, afirmou à agência que a legalização "iria fazer bem à economia do país e atrair mais pessoas, como aconteceu em Amesterdão" e acrescentou: "É uma estupidez continuar a ser proibido. As pessoas que querem consumir agora conseguem consumir, cada pessoa sabe se é responsável ou não para o fazer".