O manifesto foi subscrito inicialmente por 250 personalidades, entre as quais: Alfredo Barroso, Manuel Carvalho da Silva, António Arnault, Boaventura Sousa Santos, Jacinto Lucas Pires, José Luís Peixoto, Filomena Marona Beja e Valter Hugo Mãe.
O manifesto que considera que “a vitória de um governo unitário de esquerda é decisiva para a Grécia, mas abre também caminhos para rejeitar o dogma da austeridade e a tirania da dívida na Europa”, foi igualmente subscrito por diversos sindicalistas como: António Chora (coordenador da CT da Autoeuropa), Daniel Bernardino (CT da Faurecia), Deolinda Martin (dirigente sindical do SPGL e da Fenprof), Francisco Alves (dirigente sindical metalúrgico) e Ana Paula Canotilho (professora e do Conselho Nacional da CGTP).
O manifesto que apoia “a esquerda grega contra a troika” e salienta que “também é necessário que a esquerda portuguesa construa caminhos de coerência e alternativas corajosas, fale sem meias palavras e conquiste a maioria”, já foi subscrito por 1242 pessoas, entre as quais também Ana Luísa Amaral (poetisa), António Pinto Ribeiro (programador cultural), Aranda da Silva (farmacêutico, ex-bastonário da OF), Helena Neves (professora universitária), Isabel do Carmo (médica), João Botelho (realizador de cinema) e todos e todas as deputadas e eurodeputadas do Bloco de Esquerda.