A Transport for London (TfL), a empresa que gere o metro de Londres, quer suprimir 800 postos de trabalho, sobretudo vendedores de bilhetes, sob o argumento de que não são necessários, pois as pessoas compram nas máquinas ou na Internet.
A greve, que começou no domingo pelas 19 horas, paralisou por completo três das onze linhas do metro e está a afectar fortemente as restantes 8 linhas.
Os trabalhadores opõem-se aos despedimentos e acusam a empresa de estar a fazer alterações que põem em causa a segurança dos passageiros e dos trabalhadores. A greve, a segunda em menos de um mês, foi convocada pelos sindicatos dos transportes RMT e TSSA. Estão convocadas duas novas greves para 2 e 28 de Novembro.