As manhãs são preenchidas com plenários sobre o futuro do euro, a dívida e a bancarrota e o conservadorismo e à tarde os debates centrar-se-ão em temas como as prisões, nacionalismo e autodeterminação, direitos LGBT, trabalho sexual, religião, drogas, energia nuclear entre outros. No plano cultural o acampamento conta com um workshop permanente de graffiti e arte urbana, danças tradicionais, teatro do oprimido percussão e ainda com a passagem do documentário “Era uma vez um Arrastão”, “The Wave” e um espetáculo “Monólogos da Vagina”.
Este acampamento surge num momento muito particular na luta política em Portugal e portanto refletirá também as experiências ativistas que aconteceram no ano passado e as perspetivas de intervenção militante e ativista no próximo ano em plenários comuns sobre movimento estudantil. Há ainda espaço para festas feministas, LGBT, de rock n´roll e de celebração dos 10 anos do acampamento Liberdade.