Os trabalhadores dos transportes lutam nas empresas públicas contra os cortes salariais, pela negociação colectiva, contra a privatização e em defesa do serviço público de transportes, contra os despedimentos e pelo trabalho com direitos. No sector privado os trabalhadores combatem o congelamento de salários.
A primeira greve será no Metro de Lisboa, nesta segunda feira, entre as 6.30h e as 11.30h. Por isso, a empresa já anunciou que o metropolitano estará parado até às 12h.
No dia 9, quarta feira, paralisarão os trabalhadores da Transtejo, 3 horas em cada turno, da Carris , entre as 10h e as 14h, e dos STCP, entre as 9.30h e as 14h. As empresas Carris e STCP já vierem anunciar que não disponibilizarão transportes alternativos.
No dia 10, quinta feira, os trabalhadores do sector ferroviário estarão em greve, envolvendo as empresas CP, CP-Carga, Refer e EMEF. Nestas empresas, os trabalhadores estarão em greve durante todo o dia, à excepção dos trabalhadores de tracção que paralisarão entre as 5h e as 9h. Os trabalhadores de tracção, onde se incluem os maquinistas, voltarão a parar no dia 15 de Fevereiro.
A CP já anunciou, na sua página na internet, que a circulação de comboios irá ser fortemente perturbada nos dias 10 e 15, podendo também existir atrasos e supressão de comboios na quarta feira dia 9 e também nos dias 11, 16 e 17. A empresa acrescenta ainda que não disponibilizará transportes alternativos.
No dia 11, sexta feira, os trabalhadores da Soflusa farão uma greve de duas horas em cada turno. Para o mesmo dia, a Fectrans (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Transportes e Comunicação) convocou uma grave de 24 horas dos trabalhadores das empresas privadas do transporte rodoviário de passageiros. A greve afectará nomeadamente a Rodoviária da Beira Litoral e Rodoviária d’Entre Douro e Minho (das 3h às 14h).
Os trabalhadores dos CTT farão greves parciais nos dias 10 e 11 de Fevereiro.