Europeias 2024

Catarina apela ao voto: “é mesmo a nossa vida que está em jogo”

09 de junho 2024 - 15:16

A cabeça de lista do Bloco nas eleições vinca que o Parlamento Europeu está no centro de muitas das decisões que são tomadas, seja da guerra e da paz, seja do preço das coisas do supermercado” e que é importante que não se abdique do “poder” e do “direito” que é o voto e que é igualmente um “dever cívico”.

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Catarina Martins vota nas Europeias.
Catarina Martins vota nas Europeias. Foto de MANUEL FERNANDO ARAUJO/Lusa.

Para Catarina Martins, é importante que não se abdique do “poder” e do “direito” que é o voto e que é igualmente um “dever cívico”.

A cabeça de lista do Bloco de Esquerda a estas eleições europeias voltou a vincar que nestas eleições há muito “vida concreta” dos cidadãos em jogo. Explicou que “o Parlamento Europeu está no centro de muitas das decisões que são tomadas, seja da guerra e da paz, seja do preço das coisas do supermercado, é mesmo a nossa vida que está em jogo”.

A partir da escola do Porto onde votou apelou a “que as pessoas vão votar”, que pensem “em quem as representará melhor nos próximos cinco anos, em quem confiam, em que é que acreditam, as suas convicções e que vão votar porque no Parlamento Europeu decide-se mesmo muito sobre a nossa vida concreta de todos os dias”.

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A coordenadora do partido, Mariana Mortágua votou em Arroios, em Lisboa, e alinhou pela mesma mensagem: “em Bruxelas, em Estrasburgo, decidem-se questões essenciais do nosso futuro. Não é uma eleição menos importante”. Entre elas, “questões que nos dividem sobre a guerra, sobre a paz, questões ambientais, igualdade, justiça”.

Também sublinhou que nestas eleições não há votos desperdiçados”. Ou seja, “todos os votos contam para eleger a mesma lista de eurodeputados do mesmo partido”.

Os níveis de votação nestas eleições estão, até ao momento acima das últimas europeias. Às 16 horas tinham votado 27,89% dos eleitores. Para isso contribui o facto de, munido do documento identificativo, qualquer cidadão poder votar em qualquer secção de voto do país.