Está aqui

Bloco quer visitar aterro com irregularidades, empresa não responde

Uma inspeção do Ministério do Ambiente registou irregularidades num aterro em Castelo Branco. O Bloco pediu para fazer uma visita às suas instalações mas não obteve resposta atempada. Para o partido esta situação é “incompreensível”.
Foto 10cuidados/Flickr

Foram três as vezes que o Bloco solicitou à empresa gestora do aterro de resíduos industriais banais de Castelo Branco a visita de dirigentes locais do Bloco e de um deputado. A primeira ocorreu em julho de 2018 e não obteve resposta. A segunda, em setembro do mesmo ano, também não encontrou resposta por parte da empresa. À terceira vez, tendo pedido uma visita para esta segunda-feira, a empresa tardou em responder e limitou-se a informar, na passada sexta-feira, que “qualquer assunto sobre estas atividades, especificamente a atividade desenvolvida na nossa unidade de Castelo Branco, devem ser solicitadas junto das entidades competentes, nomeadamente CCDR e APA”.

O pedido de visita está relacionado com o resultado de uma inspeção que o Ministério do Ambiente feita a este aterro a 5 de março de 2018 e que registou algumas irregularidades. Apesar desta inspeção, o secretário de Estado do Ambiente garantiu que não há qualquer “situação anómala”. Mas o Bloco queria ir verificar no colocar.

Para o Bloco, é “incompreensível” o fato da entidade gestora do aterro não responder aos pedidos de esclarecimento de alguns partidos políticos e comunicação social. O Núcleo de Castelo Branco do Bloco considera mesmo “surrealista” tanto a forma como respondeu a empresa quanto as declarações do secretário de Estado.

A organização local do partido insiste em obter esclarecimentos sobre o aterro e acrescenta também que não pode haver “laxismo da parte do Estado” dada a importância da matéria que pode afetar “os ecossistemas e até a saúde pública”.

Termos relacionados Política
(...)