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Atraso nas obras do IP3 já ascende a um ano

A Infraestruturas de Portugal justifica atrasos com tempestades em 2019 e a pandemia em 2020. Notícia publicada no Interior do Avesso.
Saída da A25 (sentido este-oeste) para o IP3, Viseu, Portugal. Foto de Hugo Cadavez/Flickr.
Saída da A25 (sentido este-oeste) para o IP3, Viseu, Portugal. Foto de Hugo Cadavez/Flickr.

As obras entre Penacova e Lagoa Azul, um troço da IP3 com cerca de 16 quilómetros, estão atrasadas em mais de um ano. Segundo as Infraestruturas de Portugal (IP), estes atrasos devem-se a tempestades no final do ano de 2019 e à pandemia em 2020.

Segundo refere a IP ao JN “efetivamente, existiram diversas situações que provocaram atrasos no desenvolvimento da empreitada, nomeadamente as fortes intempéries do final do ano de 2019, que provocaram o deslizamento de um talude de escavação de grandes dimensões. Essa situação levou à necessidade de execução de intervenções mais profundas e tecnicamente mais exigentes face às soluções inicialmente preconizadas, sendo este local uma das frentes ativas neste momento”.

Para a IP “o período da situação pandémica, decretado em março de 2020 e que durante o qual diversas vezes e de forma prolongada vigorou o estado de emergência, introduziu um conjunto severo de limitações contribuindo também para a redução do ritmo dos trabalhos”.

Para além disto, consideram também as condições climatéricas não têm sido propícias para as terraplanagens, as pavimentações e as próprias marcações, e que por isso a obra apenas ficará pronta no primeiro trimestre do presente ano.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Mortágua, José Júlio Norte, em declarações ao JN, “nada justifica o que está a acontecer” considerando que a situação prejudica os empresários de Mortágua, bem como as pessoas que se deslocam de Mortágua para Coimbra ou Viseu para trabalhar ou até mesmo nos transportes de doentes.

Notícia publicada no Interior do Avesso.

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