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Artistas e professores querem fim da duplicação do financiamento aos colégios

A convite da Fenprof, uma centena de personalidades ligadas à educação e à cultura subscrevem uma petição pelo cumprimento da lei que permite apoiar os colégios privados apenas onde não existe oferta da Escola Pública.
Sérgio Godinho é um dos primeiros subscritores da petição que será lançada na segunda-feira pela Fenprof. Foto RTP/Flickr

Esta petição conta com o apoio de figuras ligadas à cultura, como Sérgio Godinho, António Capelo, Fausto Bordalo Dias, Kalú, Luís Cília, Manuel Alegre ou Pedro Abrunhosa, entre muitos outros. Para além do líder da Fenprof, assinam esta petição personalidades ligadas à educação – como Santana Castilho, Manuel Carlos Silva, Manuel Loff, António Borges Coelho, Ana Benavente, entre outros.

A petição inclui membros da Assembleia da República como Joana Mortágua, Miguel Tiago, Helena Roseta, das Assembleias Legislativas Regionais da Madeira e Açores e alguns presidentes de Câmaras Municipais, como Paulo Cafôfo (Funchal), Filipe Sousa (Santa Cruz), Ricardo Franco (Machico) e Vítor Pereira (Covilhã).

Os signatários defendem “que não haja duplicação do financiamento” e que “o apoio financeiro a colégios privados, através de contratos de associação, tenha lugar apenas quando a resposta pública é insuficiente, sendo, nesse caso, apoiados os alunos das áreas geográficas previstas nos contratos celebrados”. E também que “aos docentes dos estabelecimentos particulares e cooperativos, cujos horários de trabalho são ainda mais sobrecarregados, sejam aplicadas as mesmas normas que se aplicam no ensino público”.

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