A candidatura do Bloco aos órgãos autárquicos de Angra do Heroísmo denuncia a ausência de parcerias e de trabalho em rede entre a Câmara Municipal, as IPSS do concelho e os serviços de Ação Social, considerando que este é uma “condição fundamental para desenvolver uma intervenção social mais pró-ativa, no terreno, e menos administrativa”.
Paulo Mendes reivindica a necessidade da autarquia investir uma maior percentagem do seu plano anual de investimento na ação social, salientando que se vive “uma época de crise” “em que os munícipes estão mais fragilizados, principalmente, os desempregados e os idosos”.
A candidatura bloquista defende a criação de “um Fundo de Emergência Social para atenuar os efeitos do desemprego, dos baixos rendimentos e das pensões miseráveis” e que esse fundo sirva para “comparticipar despesas de alimentação, eletricidade, gás e medicamentos dos munícipes mais fragilizados economicamente”.
A candidatura sublinha ainda que “várias autarquias” do continente e da região dos Açores dispõem desse fundo e considera que “a autarquia angrense também o deverá ter”, criticando o executivo municipal que “prefere cobrar as rendas sociais, em atraso, dos seus arrendatários com trabalho para a autarquia, o que prova a existência de trabalho que poderia ser convertido em postos de trabalho, devidamente remunerados”.
Mais informação sobre as candidaturas autárquicas do Bloco nos Açores em: http://acores.bloco.org/topics/Aut%C3%A1rquicas%202013