Cornelia Prufer-Storks, do governo regional de Hamburgo com a responsabilidade da Saúde, anunciou que as investigações comprovaram que a variante da bactéria descoberta nos pepinos espanhóis não coincide com a que foi encontrada nas fezes dos pacientes.
As autoridades espanholas reivindicam agora à União Europeia “medidas extraordinárias e de urgência” para compensar o sector hortofrutícola de Espanha e a sua ministra da Agricultura, Rosa Aguilar, declarou que a Espanha estuda um pedido de indemnização à Alemanha, pelos “danos irreparáveis”.
Cornelia Prufer-Storks disse que as investigações comprovaram a existência da variante O104 da bactéria E.coli, nas fezes dos pacientes da examinados, mas que “a fonte (do surto infecioso) ainda não foi identificada”.
O Instituto de Higiene de Hamburgo continua a realizar testes a tomates, pepinos e alfaces em mercados, lojas de alimentação e restaurantes de Hamburgo, mas ainda não detectaram a origem da infecção.