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“35 horas semanais é o caminho que deve ser feito no setor público e privado”

Para Marisa Matias, a reposição das 35 horas semanais representa “um sinal de modernidade” por parte do Estado, e defendeu que essas práticas devem estender-se a outras matérias de direito do trabalho.
Foto de Paulete Matos

Marisa Matias esteve esta tarde no distrito de Leiria, onde afirmou que a reposição das 35 horas de trabalho semanais são “o caminho que deve ser feito, quer no setor público quer no setor privado”, e nesse sentido “o Estado começar a dar o exemplo é um bom sinal, um sinal de modernidade”.

Para a candidata “também seria bom que em matéria de direito do trabalho fossem as boas práticas e a modernidade que guiassem as práticas portuguesas”.

Recorde-se que o horário de 40 horas na administração pública vigora em Portugal desde setembro de 2013, e é com objetivo de repor as 35 horas semanais que os partidos que compõem a maioria de esquerda na Assembleia da República, discutirão, esta quarta-feira, vários projetos de lei. Recorde-se, também, que os socialistas prevêem a reposição das 35 horas para o próximo dia 1 de julho, enquanto os restantes partidos à esquerda defendem a aplicação das norma o mais rápido possível.

Marisa falava após uma visita ao Hospital de Santo André, em Leiria, onde ressalvou que esta é uma área cuja “execução não diz respeito à Presidente da República”.

A candidata presidencial, que ainda durante a tarde visitou o Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto, na Marinha Grande, conclui a sua visita ao distrito com um jantar com apoiantes em Leiria, que contará com intervenções, além da candidata, do deputado Heitor de Sousa, do encenador Andrzej Kowalsky e da jornalista Diana Andringa.

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