Trabalho

Manifestação da CGTP parte ás 14h30 do Largo Camões para o Parlamento, na véspera da central sindical ser recebida pelo primeiro-ministro.

Estudo divulgado pelo Banco de Portugal contraria o argumento de Luís Montenegro de que a precarização trazida pelo pacote laboral resultaria em melhores salários.

Presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal demarca-se da forma como o Governo apresentou a proposta que indignou o país sem procurar compromissos com os sindicatos.

Empresa de calçado deixa trabalhadoras em "limbo". Administração não presta esclarecimentos públicos nem presta informação.

Soraia Moura

Neste projeto tudo aponta para um único fim: garantir legislação que permita manter baixos os crónicos baixos salários que vigoram sobretudo nos sectores menos qualificados.

Jorge Wemans

José Manuel Pureza entregou cerca de 20.000 assinaturas na Assembleia da República, acompanhado por sindicalistas. Coordenador do Bloco diz que "temos de reforçar direitos de quem trabalha".

Renovamos o apelo a que os dirigentes sindicais, em conjunto com outros protagonistas sociais, sejam capazes de fazer convergir agendas, tempos e modos que conduzam a uma greve geral convocada por todos os sindicatos e, em processo unitário, pelas duas centrais sindicais portuguesas.

A Teleperformance despediu mais de 240 trabalhadores em Portugal de forma brusca, através de um vídeo gravado. José Abrantes, dirigente do SINTTAV, fala ao Esquerda.net sobre este processo.

Milhares de imigrantes manifestaram-se em Lisboa para exigir documentos e o fim das injustiças na regularização. Detenções ilegais e problemas com sistema de sinalização do espaço Schengen são dois problemas principais.

Dossier publicado na revista “Que força é essa?” analisa as propostas do Governo para enfraquecer os direitos dos trabalhadores e generalizar a precariedade. Sábado, dia 8 de novembro, há marcha nacional da CGTP em Lisboa contra o pacote laboral.

Vigilantes ao serviço na Câmara Municipal de Almada continuam sem receber o subsídio de férias. Caso arrasta-se desde janeiro, após a transferência do contrato da empresa PSG para a Prestibel.

Promotores do apelo à CGTP e UGT para se unirem na resposta à alteração das leis laborais insistem que essa unidade “é a chave para devolver esperança, confiança e poder aos trabalhadores”.

A direita pretende fazer desaparecer a obrigatoriedade da empresa apresentar provas ou ouvir as testemunhas pedidas pelos trabalhadores nos processos disciplinares com vista a despedimento por “justa causa” em pequenas e médias empresas. O PS já tinha tentado algo parecido em 2019 mas foi declarado então inconstitucional.

Embalados por uma proposta do governo de direita que viram com bons olhos, vêm agora propor facilitar mais os despedimentos ou aumentar horários de trabalho.

SIMA apresentou queixas-crime contra a Menzies e a TAP por violação da lei da greve e práticas laborais ilegais. As denúncias incluem substituição de grevistas, salários abaixo do mínimo e riscos para a segurança operacional.

Governo apresentou pacote que pretende alterar 110 artigos da legislação laboral. CGTP diz que é um “retrocesso”. Os patrões, agradados, que é uma “boa base de trabalho”. José Soeiro denuncia que governo quer “precarizar o trabalho, embaratecer o seu custo, retirar a capacidade de intervenção coletiva dos trabalhadores, enfraquecer o seu poder.”

Bloco quer adaptar o Código do Trabalho às alterações climáticas e proteger os trabalhadores durante períodos de calor extremo. O projeto de lei prevê pausas obrigatórias, locais de trabalho protegidos e dispensa de funções em dias de alerta laranja ou vermelho.

A atual ministra da Administração Interna tinha-se apoiado na argumentação dos patrões para fazer um pedido de fiscalização da constitucionalidade desta norma do Código do Trabalho. O Tribunal Constitucional decidiu não haver qualquer inconstitucionalidade.

Centenas de trabalhadores manifestaram-se em frente à Assembleia da República no dia em que a petição da Fiequimetal é discutida na Assembleia da República. 

Uma trabalhadora em Espanha e um trabalhador em Itália morreram durante a onda de calor. Sindicatos pedem medidas para prevenção.