Deputados, eurodeputados e membros da organização da Global Sumud Flotilha estiveram reunidos em Bruxelas esta quarta-feira, no momento em que uma nova flotilha humanitária se fez ao mar para voltar a tentar furar o bloqueio imposto por Israel.
A partir do final da tarde de sexta-feira, o Largo do Carmo volta a ser o centro do convívio que abre as celebrações populares do 25 de Abril em Lisboa com música, gastronomia e muita animação.
A ideia é simples: se há quem continue a insistir que pessoas LGBTQIA+ precisam de “terapia de conversão”, então assumamos a lógica até ao fim dessa ideia. Reconheçam-nos como doentes e, por coerência, tratem-nos como o sistema trata qualquer doença.
José Manuel Pureza criticou a “estratégia de pressão” do Presidente da República para um acordo sobre propostas que prejudicam os trabalhadores e que as centrais sindicais rejeitam.
Proposta espanhola de suspender acordo de associação UE/Israel não conseguiu a unanimidade exigida. Mas mesmo as propostas mais limitadas que precisam de maioria qualificada não avançaram na reunião de terça-feira.
Debate com João Leal Amado, José Soeiro e Paulo Marques, moderado por Alexandra Leitão, realizado a 18 de abril em Lisboa pela associação Causa Pública.
“Nenhum palco para o genocídio”, defende o apelo lançado por artistas e bandas como Brian Eno, Sigur Rós, Young Fathers, Peter Gabriel e apoiado em Portugal por Jorge Palma, Femme Falafel, Linda Martini ou Mayra Andrade, entre muitos outros.
Coordenador bloquista criticou os atrasos e incumprimentos dos poderes públicos e municipais pela situação criada numa ilha do Porto. E diz que o Presidente devia pressionar o Governo a abandonar o pacote laboral.
O recém-lançado relatório anual sobre a situação de direitos humanos no mundo diz que Portugal violou o direito humanitário ao permitir que os aviões F-35 vendidos pelos EUA a Israel aterrassem na Base das Lajes em abril do ano passado.