A primeira lição das eleições italianas confronta com uma derrota os defensores dos governos de tecnocratas indicados e não eleitos que aplicam a austeridade. Mas há outras lições a retirar...
O futuro da investigação pode ser justo, ético e sério. Mas para isso, teremos de mudar o paradigma atual, deixando de aceitar que o uso de animais seja natural, normal e necessário.
O suposto ano suplementar não servirá para corrigir a estratégia mas sim para a aplicar, sem alterações de nenhum tipo, conseguindo para isso um quadro de menor resistência social.
Os portugueses podem olhar para a Bulgária e fazer como aqueles leitores mais impacientes que não aguentam a curiosidade e, a meio da leitura, dão uma espreitadela a ver o que se acontece nos capítulos seguintes.
Relvas é o Américo Tomás dos tempos modernos. A quantidade de piadas que se fazem sobre o ministro turbo-licenciado competem com o melhor humorista nacional.
Aceitamos as tragédias como um mal necessário, as dificuldades como um calvário inevitável. O caminho que nos mostram esconde outros que podemos seguir.
"Temos dignidade e honra. Foi o povo que nos confiou o poder e hoje devolvemo-lo", afirmou ontem o primeiro-ministro búlgaro, na hora da demissão de um Governo contestado nas ruas por causa do aumento brutal do preço da eletricidade e da corrupção.
A cultura – enquanto dimensão de política pública – não pode continuar a ser entendida como mero entretenimento ou ocupação dos tempos livres vocacionada para a distração dos cidadãos mais aborrecidos, mas antes como uma capacidade ativa de cidadania.