Opinião

Pedro Soares

A primeira lição das eleições italianas confronta com uma derrota os defensores dos governos de tecnocratas indicados e não eleitos que aplicam a austeridade. Mas há outras lições a retirar...

Luísa Bastos

O futuro da investigação pode ser justo, ético e sério. Mas para isso, teremos de mudar o paradigma atual, deixando de aceitar que o uso de animais seja natural, normal e necessário.

Amy Goodman

Os Óscares de 2013 marcaram uma mudança histórica no diálogo público sobre o conflito entre Israel e a Palestina.

João Mineiro

O governo encontrou a solução milagrosa: institucionalizar dois tipos de Ensino Superior, um para ricos, um para pobres.

José Manuel Pureza

O suposto ano suplementar não servirá para corrigir a estratégia mas sim para a aplicar, sem alterações de nenhum tipo, conseguindo para isso um quadro de menor resistência social.

Renato Soeiro

Os portugueses podem olhar para a Bulgária e fazer como aqueles leitores mais impacientes que não aguentam a curiosidade e, a meio da leitura, dão uma espreitadela a ver o que se acontece nos capítulos seguintes.

Miguel Cardina

Relvas é o Américo Tomás dos tempos modernos. A quantidade de piadas que se fazem sobre o ministro turbo-licenciado competem com o melhor humorista nacional.

João Teixeira Lopes

Urge melhorar a qualidade e a sustentação das propostas alternativas e as formas/meios de as comunicarmos.

José Manuel Pureza

Quando penso no país do bloco central é Coimbra que me vem logo à cabeça. E isso desgosta-me como conimbricense.

Tiago Pinheiro

Aceitamos as tragédias como um mal necessário, as dificuldades como um calvário inevitável. O caminho que nos mostram esconde outros que podemos seguir.

Luís Branco

"Temos dignidade e honra. Foi o povo que nos confiou o poder e hoje devolvemo-lo", afirmou ontem o primeiro-ministro búlgaro, na hora da demissão de um Governo contestado nas ruas por causa do aumento brutal do preço da eletricidade e da corrupção. 

Rui Matoso

A cultura – enquanto dimensão de política pública – não pode continuar a ser entendida como mero entretenimento ou ocupação dos tempos livres vocacionada para a distração dos cidadãos mais aborrecidos, mas antes como uma capacidade ativa de cidadania.