40 anos depois da nacionalização da banca , os desmandos dos Espírito Santo, BPN, BPP e outros, que todos estamos a pagar com uma austeridade brutal, fazem compreender melhor a justeza da decisão tomada em 14 de Março de 1975.
E foi 8 de Março, Dia Internacional da Mulher… outra vez. E, como sempre, houve quem perguntasse se ainda faz sentido celebrar este dia, justamente agora, que as mulheres já conquistaram tudo quanto havia para conquistar.
Não é ficção. É tão real como a história de muitas e muitos que atravessam fronteiras, mares, encruzilhadas. Podia ser a minha ou a tua. Poderá vir a ser a nossa ou a vossa, porque não sabemos que águas nos estão reservadas e nada é permanente. Nada aqui é para sempre.
Diz o povo que "quem canta, seus males espanta". De facto, ao longo das últimas semanas, alunos, professores e muitos mais juntaram vozes e cantaram "Eu Sou Conservatório Nacional" para espantar, de uma vez por todas, o Ministro Nuno Crato.
Ao ritmo a que estamos atualmente, na evolução das desigualdades entre os géneros, só daqui a 81 anos é que essas desigualdades terão desaparecido completamente. Infelizmente, sim, este assunto, da desigualdade, é mesmo uma coisa de gajas.
A negligência do governo em respeitar o uso de uma linguagem inclusiva, em que ambos os sexos sejam mencionados de forma igual e paralela, tem como expoente máximo o cartão de cidadão.
A internet e, em particular, o cruzamento entre telemóvel e internet, tornou-se um meio de comunicação universal: dentro de cinco anos, só um quinto dos adultos não terá na sua mão um smartphone ou outro aparelho equivalente, dizem-nos os especialistas.
A série “The Walking Dead” mostra a importância de viver numa sociedade sustentável, social e ambientalmente. Esperemos que não seja necessário termos um apocalipse zombie para caminharmos em direção ao comunismo solar.
Alguns meses antes da invasão do Iraque, Amr Moussa, secretário-geral da Liga Árabe, avisava que a guerra abriria as portas do inferno no Médio Oriente.