Comecemos pela boa notícia: este foi o último discurso de Aníbal Cavaco Silva num 10 de Junho. Cavaco foi um Presidente de fação, que conduziu o seu mandato no apoio ao essencial das políticas que a direita procurou meter em prática nestes anos.
O elétrico 24, desativado há 20 anos, está já em funcionamento, com um preço absurdo de 6€ por 24h (bilhete que apenas pode ser utilizado no equipamento em questão).
Os discursos catastrofistas são, além de manifestamente exagerados, perigosos. Quer isto dizer que tudo vai bem no reino da Segurança Social? Não, nem por isso.
O jornalista Chris Hedges (prémio Pulitzer) defende que estamos a viver já num momento revolucionário e no auge de uma crise humanitária sem precedentes.
O PSD e o CDS, que propunham a redução da TSU, tiveram sempre uma ideia clara sobre o assunto. O PS, pelo seu lado, apresentou uma proposta surpreendente: cortar mais na TSU do que o PSD e CDS tinham sugerido.
O Presidente do Governo Regional apresentou, no Dia da Região, para o aprofundamento da Autonomia e da Democracia. Escolheu muito bem este ‘Dia’, para apresentar as suas reflexões sobre esta matéria. Pena é que tenha sido tão limitado nas matérias que abordou.
Mais do que uma classe à parte, o precariado é uma parte da classe trabalhadora. Qual? A que está mais exposta às mutações do mundo do trabalho e à sua desregulação. Também por isso, está mais distante das formas clássicas de representação e organização, como os sindicatos e os partidos.
Passava horas com o olhar fixo no relógio que estava ao fundo do corredor. Durante algum tempo acalentou a esperança que voltasse a trabalhar, mas desistiu.
A violência doméstica não são histórias de ficção ou de vitimização infundada num país longínquo de arcaísmo cultural. É uma hedionda realidade próxima de nós entre pessoas que muitas vezes nos são próximas.