Opinião

Francisco Alves

Passados cinco anos de extrema austeridade, vamos celebrar o próximo 25 Abril e o 1º de Maio sem a “canga da troika” em Portugal.

Rui Maia

Antes de mais, é importante colocar um ponto prévio: debato aqui o TPC que existe hoje nas escolas, e não o que poderia existir. É estimulante discutir o que não existe e todas as possibilidades do que poderia ser e não é, mas isso fica para a conversa no café.

Francisco Louçã

Dilma, tão diferente em tempos tão diferentes, bem pode agora reconhecer que “desgraçados dos democratas que fazem a democracia a metade, permitem o golpe que os vai derrubar”.

João Vasconcelos

Vivemos uma época que é uma espécie de um novo Império Romano, embora no século XXI e à escala planetária. Este Império não tem apenas uma capital, tem várias - Berlim, Bruxelas, Washington, Moscovo, Pequim, Tóquio.

José Manuel Pureza

As prisões são um desafio de primeiro grau para a democracia. Aqui e onde quer que seja. Mas a realidade do sistema prisional português mostra que a nossa democracia está a dar a pior resposta a esse desafio.

José Castro

Não estava escrita, mas era uma regra seguida pelos banqueiros nos EUA. Pagar 3% de juro aos depositantes, cobrar 6% de juros pelos empréstimos concedidos e às 3 da tarde ir para o campo de golfe gozar os rendimentos assim obtidos.

Francisco Louçã

Estas notas podem mostrar o que se avançou e não avançou desde uma crise anterior com contas em offshores.

Helena Pinto

Sim, existe uma dimensão paralela ao nosso mundo, onde só alguns entram e onde não há Lei. Parece um filme de ficção, mas não é.

Paulino Ascenção

Há um problema de produtividade em Portugal, apresentado como justificação para manutenção de baixos salários.

Maria Luísa Cabral

A recente mudança na cultura constitui uma oportunidade para reequacionar os problemas do setor dando algum protagonismo a questões que as mais das vezes permanecem atrás do cenário. Na verdade, elas merecem um lugar entre As luzes da ribalta.

Victor Pinto

Neste momento, os produtores leiteiros portugueses estão a receber uma média de 28 cêntimos por litro de um bem que custa cerca de 34 cêntimos a produzir.

O recurso a offshore para esconder dinheiro, ou pagar menos impostos, é bem mais generalizado e antigo do que se pensa.