O facto é que Domingues, que se queixa de que essa lei foi feita contra ele, não percebe que todo o país sabe que estes administradores têm estado a exigir uma lei ad hominem para si próprios.
Sabemos que o combate ao Dakota Access Pipeline nos Estados Unidos é o combate às concessões da Repsol, da Partex, da GALP, da Kosmos, da Portfuel, da Australis.
António Costa reconheceu que a EN125 era um “cemitério”, prometeu estudar o contrato da PPP e até levantar as portagens na A22. Até hoje ainda não cumpriu o que prometeu.
Pode o centro, um dia apresentado como “centro vital” e condição da democracia, sobreviver à sua decrepitude e recompor o mundo? Deve a esquerda vergar-se à virtude do centro?
A proposta foi uma das vencedoras do orçamento participativo 2016 em Lisboa. É uma vitória dos moradores que se mobilizaram e uma derrota de Fernando Medina que não soube ouvir.
Assinalemos o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, sem tabus, sem preconceitos, em igualdade e que a mensagem chegue a todo o lado, mesmo aquelas que não podem responder – não seremos cúmplices!
Ou sobrevivem os negócios das petrolíferas ou sobrevivem os seres humanos. Que a Partex não o compreenda só se explica pela necessidade de defender os interesses dos seus acionistas.