Já conhecemos a fórmula de Rui Moreira: a cidade espetáculo da "marca Porto.", a repetição de anúncios por concretizar, a guerra aos partidos. Assim se investiu vice-rei do Norte, ocupando o centrão nas impotentes barbas de PSD e PS.
Com o recente triste acontecimento que nos chegou do ataque a uma criança sentiu-se, mais uma vez, a necessidade de debater a temática sobre os cães potencialmente perigosos.
Podia o grande HUB, no Atlântico, para o transporte marítimo de mercadorias ser no porto da Praia da Vitória? Poder, podia, mas não seria o mesmo que em Sines.
O que têm em comum o (futuro) Hospital de São Lucas, em São Miguel, uma Clínica Privada e um Centro de Diagnóstico Tomografia Axial Computorizada (TAC) de Alta Resolução, também de uma clínica privada?
Ao contrário do que Camilo Lourenço sugere, os portugueses não recebem o salário porque não valem mais do que isso; recebem-no porque a desregulação laboral criou um cisma precário.
Estamos em ano de eleições autárquicas e já se sente o clima de disputa política, normalíssimo em democracia. Os partidos apresentam os seus candidatos e candidatas, as linhas gerais dos programas, começam a surgir as ideias de fundo, as propostas.
A ser verdade que ‘não há fome que não dê em fartura’, convém prestar muita atenção à possibilidade da alegada ‘fartura’ se desfazer no Mar, se derreter no Clima ou se esfumar no Ar, que é como quem diz… no Air Center!