Os desafios da democratização da educação e da escola pública têm muito mais a ver com a sociedade que queremos construir do que com regressos ao passado.
A precariedade laboral é um flagelo no nosso país. Os dados não enganam: a taxa de contratos precários em Portugal é das mais elevadas na União Europeia.
A forma como Donald Trump foi apanhado a salvar a própria pele, na conversa que manteve com sobreviventes do tiroteio na escola da Florida, é uma montra grotesca de pornografia juvenil.
O Governo tem de se comprometer com o sucesso do PREVPAP. Há milhares de pessoas à espera, este não é tempo para recuos e muito menos para deitar tudo a perder.
A 17 de março de 2010 apresentei um protesto na Assembleia Regional com a seguinte introdução: “Começou, esta semana, a saga dos operários e operárias da COFACO que diariamente se tem que deslocar à Ilha do Pico para trabalhar.
Esta semana, debateu-se, no Parlamento Açoriano, “A União Europeia Pós 2020”. Lamentavelmente, este debate esteve, praticamente, circunscrito ao envelope financeiro.
A nova legislação não limita a liberdade de ninguém: apenas dá mais de liberdade a quem tem animais e aos próprios proprietários dos espaços comerciais.
Rio não tem ou esconde o seu programa para o trabalho e para as relações laborais. É pena, porque a enorme maioria das pessoas em Portugal vive do seu trabalho e por isso este é um tema central na sua vida.