Opinião

Francisco Louçã

Pensar que Bolsonaro é seduzível para a convivência da CPLP é ignorar como ele se move ou que o Brasil é o seu mundo. A extrema-direita brasileira só cuidará da sua penosa sobrevivência.

Os direitos laborais que hoje consideramos condições de civilização são o produto de séculos de resistência e luta. Foram consagrados pelas forças progressistas em momentos de conflito com os poderes instituídos.

Rui Curado Silva

No passado dia 18 de junho, Santana Lopes avisou os figueirenses que voltava 20 anos depois para "pôr ordem" no concelho. O tom do aviso deixava a sensação de que a Figueira era uma cidade de espíritos medianos a precisar urgentemente de um guia para nos emergir das trevas e do caos.

Pedro Filipe Soares

O desenvolvimento destas ciberarmas é global e um investimento bastante lucrativo. Até quando estes interesses obscuros falarão mais alto do que as nossas liberdades?

Miguel Guedes

A Groundforce dedicou-se a ser uma empresa de "handling" de pressão, intolerável, sobre os seus 2400 trabalhadores, perita em "bullying", utilizando os trabalhadores como plataforma de pressão.

Ana Carolina Gomes

Falsas descentralizações não interessam, são areia atirada para os olhos, quando muitas vezes reforçam o centralismo instituído e fragilizam a democracia local.

Precisamos de começar a pensar em cidades mais inclusivas. O movimento do urbanismo feminista reivindica que, quando uma cidade é pensada para e por mulheres, ela realmente se torna mais justa e acessível a todos.

Miguel Cardina

Uma boa ocasião para debater e estimular novas políticas públicas da memória sobre o passado colonial será, certamente, o próximo ciclo comemorativo do 25 de Abril.

Francisco Louçã

Com um programa com prazos curtos, verbas atrasadas de outros fundos estruturais e dinheiro a rodos, a tentação pode vir a ser inflacionar despesas, dourar programas medíocres, fazer compras de equipamentos sem nexo, mostrar serviço, satisfazer clientelas.

Rui Cortes

A floresta tem vida, gente que a defende, gente que utiliza os seus recursos (cada vez menos, é verdade…). Pode-se tornar num braseiro ou propiciar todo um leque de serviços de ecossistema. Sem gente, não há floresta, não há biodiversidade, proteção do solo, da água.

Isabel do Carmo

Nós perdemos? Não. E a prova está nesta rapariga que encontrei com à vontade e desembaraço, a meio da nave da igreja, porque queria agradecer a Otelo.

António Lima

Não deixa de ser curioso que o presidente do governo regional tenha garantido que não existiam nomeações de familiares diretos para dias depois dizer que “uma coisa é defender essa postura outra é, perante uma situação concreta, considerá-la nepotismo quando pode não ser”.