Os ex-trabalhadores do Rivoli exigiram à Câmara do Porto a sua reintegração, prevista pelo Tribunal da Relação. Perante a falta de resposta, vão apresentar-se ao trabalho nesta Terça feira.
Os ex-trabalhadores do Rivoli, em que os despedimentos foram considerados ilícitos pelo Tribunal da Relação do Porto (Ler notícia no esquerda.net: Tribunal considera ilícitos os despedimentos no Rivoli), fizeram um "ultimato" à Câmara Municipal do Porto, exigindo a sua reintegração imediata, prevista pelo Tribunal da Relação, e considerando que o recurso da Câmara do Porto não tem efeitos suspensivos.
"Ou há uma decisão hoje [Segunda feira] da Câmara do Porto ou os funcionários apresentam-se amanhã [Terça feira] à porta do Teatro Rivoli para trabalhar", declarou à agência Lusa o advogado Nuno Cáceres, representante dos ex-trabalhadores, salientando que foi enviado um fax ao executivo municipal ""com efeitos vinculativos a pedir o cumprimento da decisão" do tribunal da Relação do Porto.
Raquel Machado, uma das trabalhadoras despedidas da Culturporto, que era técnica de vídeo no Rivoli, disse à agência Lusa que os ex-trabalhadores fizeram um "ultimato" à Câmara, que esperam até ao final da tarde de Segunda feira e que "senão houver resposta, amanhã, às 9 horas, estaremos à porta da entrada dos artistas do Teatro Rivoli".