Uma nova lei de bases da saúde, aprovada à esquerda, foi um esforço titânico de muitas e de muitos – ela era tão urgente quão má era a lei prévia que atribuía ao Estado responsabilidades e obrigações no desenvolvimento da medicina privada.
Maria José pedira a Ángel que se chegasse o dia em que se tornasse totalmente dependente, ele a ajudasse a morrer. Ángel fez aquilo que prometera a Maria José. Ajudou-a a morrer!
É no desnorte corrente que vive o PSD, agrilhoado entre um sebastianismo Passista que não se cumpre e uma promessa minada por dentro de voltar ao centro que se cria um caldo, de onde saem estas excrescências populistas.
Será que a educação para a diversidade na escola pública deve ser facultativa? O Estado e os serviços públicos são “neutros” e despidos de quaisquer valores? A resposta é simples: não!
Não há volta a dar àquilo que a ciência já demonstrou: a desigualdade torna-nos todos diferentes logo à nascença e não há “mérito” que nos valha com genes partidos e cérebros suboptimizados.
Associação de Médicos Católicos diz que a legalização da cannabis “irá seguramente levar a um aumento do número de pessoas que consomem esta droga”. Isto não podia estar mais longe da verdade.
O SNS precisa de ajuda para sobreviver. E não sobreviverá se continuar a alimentar lucros dos hospitais privados. Precisa de investimento, atenção e dedicação. É essa a escolha que o PS tem de fazer.
Se estas vacinas já foram aprovadas pelo Infarmed há vários anos, se já estão em utilização em tantos países, se já são prescritas pelos Pediatras a nível individual, que estudos está a DGS a fazer para as incluir no Plano?