Os trabalhadores da EDP têm greve marcada entre esta sexta-feira e o dia 31 de agosto. A principal reivindicação é a valorizar das carreiras.
Em comunicado, a Fiequimetal, Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas, explica que a “valorização das carreiras é uma batalha que não pode parar”.
Alerta-se ainda que os prazos “poderão ser renovados, caso a empresa não apresente soluções reais para as reivindicações dos trabalhadores”.
A administração da empresa é acusada de “falta de soluções”. Assim, a comissão negociadora desta federação sindical decidiu “em protesto” abandonar a mesa de negociações “até que a empresa apresentasse nova proposta, bem como os dados que já por várias vezes lhe foram solicitados.
Para além da Fiequimetal, a paralisação é convocada pelo Sindicato Nacional da Indústria e Energia – Sindel, Sindicato da Energia de Portugal – Sinergia, Sindicato Inovação Energética – Sinovae e Sindicato da Indústria e Energia de Portugal – Sirep.