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Timor-Leste: Presidente diz que cheias são uma “grande calamidade”

O presidente de Timor-Leste, Francisco Guterres Lú-Olo, em mensagem à população, classificou a situação vivida no país, com a pandemia e as cheias, que já provocaram 11 mortos, como uma “grande calamidade”.
Danos nas ruas de Dili, capital de Timor-Leste, 4 de abril de 2021 – Foto de Manuel Pestana/Lusa
Danos nas ruas de Dili, capital de Timor-Leste, 4 de abril de 2021 – Foto de Manuel Pestana/Lusa

“Posso comparar esta situação a uma grande calamidade. Outra calamidade que enfrentamos atualmente é o coronavírus e agora surge mais uma. Deixa uma grande tristeza ao nosso povo, especialmente entre aqueles que perderam a vida”, escreveu Francisco Guterres Lú-Olo na mensagem, segundo noticia a agência Lusa.

Lú-Olo pediu ao Governo para fazer um levantamento preciso dos danos causados e do número de mortos, apresentou pêsames às famílias das pessoas que faleceram nas inundações e manifestou solidariedade à população de Dili e a todo o povo de Timor-Leste.

11 pessoas mortas nas inundações, pelo menos

Segundo um balanço provisório da Proteção Civil do país, as inundações, que atingiram grande parte da capital, arrastaram casas, destruíram estradas e várias outras estruturas e provocaram, pelo menos, 11 mortos.

“Este desastre em Díli acontece pela segunda vez. No ano passado houve cheias na cidade de Dili e novamente este ano. Este desastre exige que todos façam uma reflexão séria sobre como podemos melhorar a nossa capital, para que não voltem a acontecer desastres ou outros sofrimentos deste tipo ao nosso povo”, referiu o presidente timorense.

Responsáveis do Governo e de estruturas de emergência reuniram no Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) e definiram como prioridades o apoio à evacuação das zonas mais afetadas e ao realojamento de centenas de famílias afetadas pelas inundações.

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