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Professores do Politécnico de Lisboa queixam-se de exclusão infundada na vinculação

Cerca de uma dezena os professores precários com horário completo no Instituto Politécnico de Lisboa viram rejeitados os seus requerimentos no âmbito do PREVPAP. Estes docentes queixam-se de irregularidades e de falta de fundamentação para a recusa da sua vinculação.
Edifício do Instituto Politécnico de Lisboa.
Edifício do Instituto Politécnico de Lisboa. Foto de dbpaolo. Flickr.

Vários dos professores que trabalham no Instituto Politécnico de Lisboa com horário completo queixam-se de terem visto recusada a sua vinculação no âmbito do PREVPAP, o processo de vinculação extraordinária de trabalhadores precários nos quadros do Estado.

Numa denúncia enviada aos grupos parlamentares do Bloco e do PCP, estes professores alegam estar em “funções permanentes há pelo menos nove anos”, terem “doutoramento e grau de especialista”, o que eram os requisitos necessários para que o seu requerimento de vinculação fosse aceite.

Este grupo de docentes alega ainda não compreender como outros professores que, ao contrário da sua situação, estavam no Politécnico apenas a tempo parcial acumulando funções noutras empresa conseguiram ter pareceres positivos.

Ao Correio da Manhã, o presidente do IPL afirma que os representantes desta instituição nas comissões bipartidas que decidem estes casos, que integram igualmente representantes do governo, dos sindicatos, e o presidente da Comissão do PREVPAP do Ensino Superior, apenas deram parecer favorável a docentes que aí trabalhem a tempo integral, que tenham doutoramento ou título de especialista e que lecionem “unidades curriculares dos planos de estudos do cursos”.

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