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“Precisamos de uma reestruturação do SNS”

Catarina Martins reuniu esta sexta-feira com a Associação Protectora dos Diabéticos e o trabalho desta organização não governamental foi o mote para a defesa da criação de um “Serviço Nacional de Cuidados” que articule Saúde e Segurança Social.
Catarina Martins em reunião com a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, 7 de janeiro de 2022. Foto de MANUEL DE ALMEIDA/LUSA.
Catarina Martins em reunião com a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, 7 de janeiro de 2022. Foto de MANUEL DE ALMEIDA/LUSA.

À saída de uma reunião com a Associação Protectora dos Diabéticos (APDP), ocorrida esta sexta-feira, Catarina Martins utilizou o trabalho desta organização não governamental que contratualiza com o Estado para mostrar que é preciso aprender com este tipo de experiências e fazer uma reestruturação do Serviço Nacional de Saúde.

Para a coordenadora do Bloco, a APDP “tem um papel extraordinário na sociedade portuguesa” e faz “um enorme trabalho centrado no utente, dando a resposta que é precisa, no mesmo local, com formação, prevenção, controlo da doença e tendo toda esta resposta que articula saúde com Segurança Social”. É com este tipo de trabalho que “temos muito a aprender” para fazer uma muito necessária “reestruturação do Serviço Nacional de Saúde que vá ao encontro destas boas práticas”.

De entre as boas práticas que identifica nestas instituição, Catarina Martins sublinhou o centrar no doente e fazer a prevenção da doença. O que será indispensável para “responder ao Portugal do século XXI que é um país envelhecido e com doença crónica mas onde é possível toda a gente viver melhor se tivermos a coragem de fazer as mudanças necessárias no SNS”. O Bloco quer assim um SNS também ele “mais centrado no utente e com menos burocracia, em que os profissionais se sintam mais valorizados, que possa responder aos desafios do nosso tempo”.

A coordenadora bloquista também apontou esta organização como inspiração “para a criação de um Serviço Nacional de Cuidados em que seja possível articular o trabalho da Segurança Social e da Saúde para dar respostas dignas a todas as pessoas nas várias fases da sua vida”.

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