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Com palavras de ordem “Queremos o Metro no Ramal” e “Reponham a ferrovia” encheram as galerias, que não foram suficientes para todos. A Assembleia discutiu a petição subscrita por mais de oito mil pessoas, que contesta a paralisação e o adiamento do projeto Metro Mondego, e projectos de resolução que recomendam a continuidade das obras do Metro Mondego, iniciadas há um ano, e a salvaguarda de um ligação de tipo ferroviário entre a Lousã e Coimbra.
São quase duas décadas de promessas desonradas pelos sucessivos governos que, em 2010, chegaram ao desmantelamento da linha ferroviária, privando as populações de um serviço público essencial, e levaram à demolição de uma parte da Baixa de Coimbra que, neste momento, se encontra esventrada sine die. Assim, não é admissível que se adie por mais tempo a concretização deste projecto com obras iniciadas e investimentos realizados, essencial à mobilidade e à coesão social, territorial e ambiental nos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã.
Foi assim que o deputado José Manuel Pureza apresentou o projecto de resolução do Bloco de Esquerda que será votado na sexta-feira.