A reunião de trabalho contou com representações da Izquierda Unida e do PODEMOS, tendo proporcionado um debate de análise dos impactos negativos, sentidos em ambas as margens do Guadiana, causados pelas portagens na A22 e com consequências devastadoras no comércio, turismo e intercâmbio cultural entre o Algarve e a Andaluzia e a sobrecarga de tráfego na EN 125,que tem causado uma extensa lista de acidentes de viação e atropelamentos, com muitos feridos e diversas vítimas mortais.
Na reunião, também foi debatido o processo de cobrança de multas a 300 mil condutores espanhóis.
Segundo os promotores, no encontro preparatório de novas ações na defesa da suspensão das portagens, foi possível constatar a necessidade da continuidade do trabalho transfronteiriço pelo que ficou, desde logo, agendada uma segunda reunião conjunta, a realizar em Ayamonte, após um encontro com o escritório de advogados de Huelva que vai implementar o processo de cobranças de multas.
Na próxima reunião será delineado um plano de luta anti-portagens, podendo envolver a Ponte Internacional do Guadiana.