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Fórum Europeu volta a juntar esquerda, verdes e progressistas

A edição deste ano do Fórum Europeu vai decorrer online entre 8 e 28 de novembro para discutir alternativas para a crise que a Europa enfrenta. Catarina Martins intervém na sessão de abertura e já estão abertas as inscrições para participar.
anúncio do Fórum Europeu
Cartaz do Fórum Europeu

O Fórum Europeu, também conhecido por “Fórum de Marselha” por ser a cidade que acolheu a primeira edição em 2017, realiza-se durante o mês de novembro, com sessões temáticas que terão a pandemia e a transição ecológica como pano de fundo. Para participar nas sessões é necessário fazer a inscrição (disponível aqui) através do preenchimento de um formulário.

A coordenadora bloquista Catarina Martins é um dos nomes confirmados para a abertura do Fórum, a par da líder do Sinn Féin Mary Lou McDonald, do presidente do Partido da Esquerda Europeia Heinz Bierbaum, do ex-dirigente trabalhista John McDonnell e dos co-presidentes do GUE/NGL Manon Aubry e Martin Schirdewan. Estão também previstas intervenções de dirigentes dos Verdes Europeus, da Federação Geral dos Trabalhadores da Bélgica, e de ex-chefes de Estado e de Governo como Lula da Silva e Alexis Tsipras.

O programa do Fórum inclui sessões com a participação de ativistas políticos e sociais e especialistas de diferentes áreas de intervenção e país de origem, acerca de várias áreas de intervenção: combate à extrema-direita e ao racismo, saúde em tempo de covid-19, feminismo, comércio internacional e justiça climática, sindicalismo, solidariedade e política para a paz, entre outras.

Para além da intervenção de abertura de Catarina Martins, a 8 novembro, o dirigente bloquista Fabian Figueiredo participará no dia 11 na sessão "Notícias da linha de frente: combate ao racismo e extrema direita durante a pandemia”. A eurodeputada e candidata presidencial Marisa Matias irá intervir 19 de novembro na sessão intitulada ”Aquecimento global: quais as prioridades para uma transição ecológica justa e inclusiva?".

O Fórum conta também, além das sessões temáticas, com assembleias de ativistas e oficinas sobre variados temas: uma assembleia irá juntar sindicalistas para discutir os efeitos da crise pandémica no trabalho sindical, outras reunirão mulheres para discutir respostas à violência física e económica, ou profissionais do setor da cultura para procurarem respostas a uma das áreas mais afetadas pelas restrições impostas no combate ao novo coronavírus. Há ainda espaços de diálogo entre cristãos e marxistas em busca do “ecumenismo ecológico” e vários seminários promovidos pelo GUE/NGL e algumas fundações europeias associadas a este evento.

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