Segundo noticia o jornal Público, os sites e endereços electrónicos de milhares de escolas públicas encontravam-se alojados nos servidores da Fundação da Computação Científica Nacional e foram migrados para uma nova plataforma da Portugal Telecom. Os serviços de manutenção da rede passarão a ser prestados pela empresa Sysvalue.
Contudo, esta migração foi demorada e feita de tal forma que milhares de escolas ficaram sem sites, nem e-mails durante pelo menos oito dias.
O presidente da direcção da associação nacional de dirigentes escolares, Pedro Araújo disse ao jornal não ter havido informação nem explicação prévia do Ministério: "Há cerca de uma semana quando o site e o e-mail ficaram indisponíveis não sabíamos sequer se o Ministério tinha conhecimento da situação ou se era apenas um problema de gestão da rede", disse ele.
Pelo contrário, o Ministério da Educação (ME) disse nesta Quinta feira que o e-mail dos estabelecimentos de ensino já estava a funcionar, permanecendo os sites inacessíveis. Segundo o ME, a mudança deveu-se "ao aumento exponencial nos acessos" à rede e diz que os estabelecimentos de ensino foram todos avisados, através das Direcções Regionais de Educação.