Caso Pinho: Catarina quer corrigir “assalto” nas rendas da energia que bloco central manteve

15 de dezembro 2021 - 17:27

Em Coimbra, à margem de uma sessão, Catarina Martins afirmou que “também cabe ao Parlamento fazer o seu trabalho para que os consumidores não andem a pagar energia que na verdade é um negócio de favor à EDP”.

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Sessão de perguntas e respostas: Coimbra | 15 de dezembro de 2021 | Foto de Andreia Quartau

Em declarações à margem de uma sessão de perguntas e respostas na Casa da Cultura de Coimbra, esta quarta-feira, Catarina Martins referiu que “neste momento no caso Manuel Pinho estamos a ver o resultado do que também foi denunciado pelo Parlamento nas sucessivas comissões de inquérito”.

A coordenadora nacional do Bloco considera que “há consequências políticas, independentemente dos resultados na justiça, que se devem retirar". E lembrou que na comissão de inquérito às rendas excessivas da energia havia "um capítulo que explicava como a EDP foi favorecida no negócio das barragens”. Mas o PSD e o PS juntaram-se para retirar este capítulo do relatório final.

Assim, provou-se que “o Bloco de Esquerda tinha razão: no negócio das barragens houve um favorecimento da EDP que não podemos aceitar e que os consumidores estão a pagar na conta da luz todos os meses”, frisou.

Para Catarina Martins, “também cabe ao Parlamento fazer o seu trabalho para que os consumidores em Portugal não andem a pagar energia que na verdade é negócio de favor feito à EDP”.

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