A petição pelo fim da austeridade recusa que o Acórdão do TC, que considerou inconstitucional a retirada dos subsídios à função pública, seja alargado ao setor privado. E defendem impostos sobre o património de luxo e sobre as transações na bolsa de valores mobiliários e a renegociação das PPP.
As pessoas que subscrevem a moção recusam a “ equidade da violência”, que seria a extensão a todas as pessoas que trabalham dos cortes de subsídios considerados inconstitucionais.
A moção, que tem como primeiro/as subscritore/as sindicalistas e dirigentes de associações. Além de poder ser subscrita na internet, a petição também pode ser impressa para recolha de assinaturas, clicando aqui.