Vivemos uma situação inédita na nossa democracia. Precisamos da maior resposta social de sempre da cidade de Lisboa. Para grandes males, grandes respostas sociais.
O momento que vivemos é de emergência. As consequências da crise epidemiológica far-se-ão sentir na economia de forma pesada. Mas o modo como isso vai acontecer depende do que fizermos e de como nos organizarmos para o futuro.
A luta pela justiça climática não pode parar porque os efeitos da crise climática não param. Esta luta terá de intensificar-se, porque a chantagem dos próximos tempos será monumental.
Este é o tempo de toda a determinação e de todo o rigor. Diante do alastrar exponencial do vírus, não faz sentido discutir a emergência e a necessidade de se tomarem decisões de exceção.
Não confundamos o léxico, nem misturemos medidas pontuais com soluções estruturais. A saída desta crise está numa palavra que a extrema-direita detesta: solidariedade.