Entre 2013 e 2016, os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos foram considerados funcionários públicos para cortar direitos e rendimentos e tiveram o tempo de carreira congelado durante quatro anos. Agora continuam a ver recusada a recuperação desse tempo de serviço com o argumento de que não são funcionários públicos, denuncia o STEC.