Governo espanhol e NATO chegaram a acordo para mudar a declaração final da cimeira desta semana e retirar a obrigação dos países gastarem 5% do seu PIB em Defesa. Sánchez diz que irá gastar 2,1%, “nem mais, nem menos”.
A manifestação contra a cimeira da NATO ganhou uma nova relevância com o recente ataque ao Irão, à sua capital Teerão e às suas instalações nucleares, pela parte de Israel e EUA, principal país da NATO.
Não deixa de ser curioso que, enquanto se discutem medidas de contenção do uso dos telemóveis nas escolas, se planeie a digitalização extensiva do ensino.
Os contornos da política global estão a mudar diante dos nossos olhos. Longe vão as normas que serviram de base à chamada ordem internacional liberal. O risco é que, embora esse período tenha apresentado tragédia e sofrimento a uma escala quase inimaginável, rasgar o livro de regras seja ainda muito pior.
Os trabalhadores portuários de Génova souberam afirmar-se como um sujeito político em torno do qual se articula uma ação concreta que afronta o “regime de guerra” em que vivemos.
Há um problema de comunicação entre professores/investigadores e a comunidade, dentro e fora das salas de aula. É atacando esta questão que poderemos, a médio e longo prazo, começar a combater a febre da desinformação.
No ano passado, o financiamento das empresas de combustíveis fósseis aumentou 23%. Desde a assinatura dos Acordos de Paris foram-lhes concedidos 6,9 biliões de euros.
Várias associações e movimentos LGBTQIA+ avisaram e criticaram a organização do EuroPride 2025 devido às suas incongruências e ligações à Embaixada de Israel e ao compactuar com o genocídio, porém não foram obtidas respostas.
Depois de ter ameaçado o Irão de fortes represálias se atacasse algum alvo norte-americano e tentar impor internamente a sua narrativa sobre armas nucleares, Trump lançou ataque a instalações nucleares não militares. Democratas dizem que não foram ouvidos, tendo-se violado a constituição. Guterres condena "ameaça direta" à paz e segurança. Mariana Mortágua diz que "plano de Trump e Netanyahu para dominarem o Médio Oriente é ilegal e terá consequências terríveis no mundo".
Embora, no ano passado, o primeiro-ministro tenha afirmado que “o equilíbrio das contas não é o fim da nossa política” e que “há vida para além do excedente orçamental”, a política seguida não tem correspondido ao discurso.